sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Vereador Dr. Jorge Parada homenageia Madre Maurina, vítima inocente da ditadura

Vereador Dr.Jorge Parada reconhece atitudes da irmã que é um dos símbolos de resistência à ditadura militar

Madre Maurina

A ditadura com certeza não foi um período fácil, e na cidade de Ribeirão Preto as coisas não foram diferentes. Muitas pessoas sofreram várias repreensões sendo proibidas de se expressarem, e quando o faziam, as mesmas eram torturadas das formas mais terríveis.
Os ideais eram acatados com todo afinco por aquelas pessoas que não concordavam com a ditadura, revoltados, os jovens promoviam reuniões com estratégias para derrubar os militares.
As mulheres não se consideravam sexo frágil e muitas se mostraram corajosas, Áurea Moretti foi uma dessas mulheres que lutaram por justiça a estudante de enfermagem, foi militante e fez parte das Forças Armadas de Libertação Nacional (FALN).
 “Passamos por péssimas situações para conseguir a conquista da liberdade, fomos muito torturados aplicavam em nós choques elétricos, nos espancavam e fomos violentadas sexualmente’’, conta a ex-militante”.
Áurea Moretti ao lado da presidente Dilma Roussef
Muitos inocentes foram torturados e exiliados. Um dos exemplos que marcaram a cidade de Ribeirão foi o caso da Madre Maurina Borges da Silveira, onde foi presa em outubro de 1969. As suspeitas basearam-se por ser diretora do orfanato Lar Santana sendo acusada em ter deixado acontecer dentro da mediação religiosa, reuniões de estudantes guerrilheiros.
“A prisão da madre Maurina Borges da Silveira em Ribeirão Preto durante o regime militar, e o sofrimento a ela causado antes do exílio merecem ser investigadas pela Comissão da Verdade, criada para examinar violações aos direitos humanos. Faço parte do coletivo político e responsável por tornar logradouro o nome da irmã Maurina Borges da Silveira ela sofreu muito com as torturas e merece esse reconhecimento.” Complementa Aurea Moretti.
Em março de 2011, o vereador Dr. Jorge Parada fez um projeto de lei onde solicita a determinação do nome da “Madre Maurina Borges da Silveira” como logradouro público (Nome de rua).
“Elaborei esse projeto, pois é uma forma de reconhecimento devido às ações que a irmã Maurina teve naquela época. Ela tinha atitudes humanitárias com aqueles que eram perseguidos e, devido a isso foi torturada. Recentemente ela faleceu, estava morando em Araraquara e diante dessa notícia nos resolvemos prestar essa homenagem a Madre Maurina, porque sem dúvida nenhuma é um dos símbolos de resistência à ditadura militar.” Diz vereado Dr. Jorge Parada.

terça-feira, 31 de julho de 2012

Acessibilidade: Vereador Jorge Parada fez lei que obriga aos supermercados disporem de cadeiras de rodas com cestos acondicionados

Existente há 16 anos a lei garante acessibilidade e facilidade aos portadores de deficiência física dentro dos grandes estabelecimentos

Ter acessibilidade é direito de todos. As condições de acessos para os cidadãos que portam alguma deficiência, ou que possuem dificuldades de locomoção, têm que constar em todos os lugares, garantindo possibilidades de alcance para utilização com segurança dos acessos às lojas, prédios, ruas entre outas dependências da cidade, prevista pela lei cidadã incluída na constituição Federal de 1988.

A independência é a conquista que o deficiente almeja, sendo assim, a acessibilidade é uma das principais vertentes para o processo de inclusão na sociedade, pois todos possuem o direito de ir e vir a todos os lugares que necessitam, seja trabalho, escola ou lazer, com facilidade.

A fim de melhorar a situação de acessibilidade e mobilidade dentro dos estabelecimentos, o vereador Dr. Jorge Parada elaborou uma lei que amenizasse  os sofrimentos das pessoas portadoras de deficiências físicas. Foi em janeiro de 1998 que foi vigorada a lei 7970/ 98 de sua autoria, onde se tornaram obrigatórios aos supermercados de grande porte, manter a disposição de seus clientes portadores de deficiência física, cadeiras de rodas dotadas de cestos acondicionado de compras.

“Para o portador de deficiência a vida não é fácil, pois enfrentam vários obstáculos em seu dia a dia, como a simples ida a um supermercado, fato normal para quem não possui dificuldades, mas para o portador, é uma prova de resistência, tendo em vista que raramente os estabelecimentos comerciais disponibilizam meios de acessos.Foi pensando em alguns dos problemas enfrentados por essas pessoas que elaborei essa lei pois elas tem o direito dessas facilidades” diz o vereador Dr. Jorge Parada. 

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Lei que proíbe a utilização do termo “Boa Aparência” nos anúncios de emprego existe desde 1998

O tema beleza faz parte do cotidiano da população brasileira fazendo com que as pessoas tornem-se escravas do padrão estipulados pela sociedade. As diferenças culturais, exigências sociais, cor de pele, religião entre outros, são fatores que se movimentam por trás dos ideais estéticos procurados por empregadores. Os anúncios de classificados de empregos eram repletos de exigências onde se lia “Indispensável boa aparência”, explicitando ao candidato a vaga de emprego, que ele poderia ser discriminado pela cor da pele, qualidade do cabelo ou estado geral das roupas. Hoje em dia, esse termo não é mais utilizado devido à lei 8.052 que se vigorou em abril de 1998, onde consegui barrar um pouco da discriminação mascarada que as empresas usavam. A lei proíbe a expressão “Boa aparência” nos anúncios de empregos. As pessoas não podem sofrer por causa desses ditadores que estabelecem os padrões de beleza e comportamento. Infelizmente a discriminação ainda continua, mas com essa lei consegui sanar um pouco essa vergonha que acontece e muito no nosso país.