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quinta-feira, 21 de julho de 2011

REIVINDICAÇÕES DOS AGENTES DE SAÚDE E VETORES

                       

                           Dia 19/07, na Câmara Municipal de Ribeirão Preto, foi realizada reunião com os Agentes de Controle de Vetores e Agentes de Saúde. Nesta reunião foi elaborada uma pauta de reivindicações para ser entregue à Prefeita.


                         Abaixo reproduzo a pauta que entregaremos hoje às 17 horas à Prefeita Municipal.



NÓS, AGENTES DE CONTROLE DE VETORES E AGENTES COMUNITÁRIOS DE SAÚDE DE RIBEIRÃO PRETO, REUNIDOS EM ASSEMBLÉIA GERAL REALIZADA JUNTO AO SALÃO NOBRE DA CÂMARA MUNICIPAL DE RIBEIRÃO PRETO, NO DIA 19 DE JULHO DE 2011, ÀS 19:00 HORAS, COM A PARTICIPAÇÃO DOS VEREADORES DR. JORGE PARADA E BERTINHO SCANDIUZZI, DA ASSOCIAÇÃO DOS AGENTES DE CONTROLE DE VETORES E ZOONOZES DE RIBEIRÃO PRETO (VZ-AGECON), DO SINDICATO DOS AGENTES COMUNITÁRIOS DE SAÚDE E AFINS DO ESTADO DE SÃO PAULO (SINDICOMUNITÁRIO), NA PRESENÇA DE REPRESENTANTE DA SECRETARIA MUNICIPAL DA SAÚDE DE RIBEIRÃO PRETO, DECIDIMOS PELA RETIRADA DA SEGUINTE PAUTA DE REIVINDICAÇÃO À PREFEITURA MUNICIPAL DE RIBEIRÃO PRETO, COM PEDIDO DE RETORNO E POSICIONAMENTO ATÉ O DIA 10 (DEZ) DE AGOSTO DE 2011, A SABER:

1) Efetivação dos Agentes de Controle de Vetores e das Agentes Comunitárias da Saúde que ingressaram no serviço público através de regular Processo Seletivo Público, realizado antes da entrada em vigor da Emenda Constitucional n. 51, de 14 de fevereiro de 2006, mesmo que tenham sido contratados após a promulgação da referida emenda constitucional, assim, como vem ocorrendo em vários Municípios brasileiros, em especial o de Praia Grande, requerendo seja a efetivação realizada sem nenhum tipo de discriminação;

2) Equiparação salarial para os Agentes de Controle de Vetores/Agentes Comunitárias da Saúde entre os efetivados e os que ainda não foram efetivados;

3) Reintegração dos 14 (quatorze) Agentes de Controle de Vetores exonerados em virtude da expiração do prazo dos seus contratos, bem como, dos demais Agentes de Controle de Vetores e das Agentes Comunitárias da Saúde que estão tendo os seus contratos vencidos;

4) Prorrogação do prazo dos contratos dos Agentes de Controle de Vetores e das Agentes Comunitárias da Saúde de forma automática, até mesmo porque a maioria nem mesmo atingiu o teto de 4 (quatro) anos; e

5) Criação de uma Comissão, para negociação das reivindicações, a ser formada pelos Vereadores Dr. Jorge Parada e Bertinho Scandiuzzi, pelos Secretários Municipais da Saúde, da Administração, dos Negócios Jurídicos, pelo Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Ribeirão Preto, pelo Sindicato dos Agentes Comunitários de Saúde e Afins do Estado de São Paulo (SINDICOMUNITÁRIO) e pela Associação dos Agentes de Controle de Vetores e Zoonozes de Ribeirão Preto (VZ-AGECON).

           

segunda-feira, 16 de maio de 2011

ESTATUTO DO PEDESTRE

ESTATUTO DO PEDESTRE




                        Nesta semana a maior cidade do país lança o programa “Respeito ao Pedestre”.  Em função disto a Rede Globo exibiu, no último domingo, uma reportagem mostrando as desventuras pelas quais passam os pedestres no trânsito brasileiro.
                   Com uma frota de veículos cada vez maior, estamos vivendo uma verdadeira “guerra” no trânsito. De um lado motoristas que vêem o pedestre como  inimigo e, por outro pedestres que ignoram a sinalização de transito contribuindo fortemente com a situação caótica vivida nas  ruas de nossas cidades.
                   Ribeirão Preto, com 0,65 veículos por habitante, exibe diariamente os desdobramentos destas tensões no trânsito e, se nada for feito, a tendência é piorar.
                   Enviei à Prefeitura de Ribeirão Preto uma indicação do Projeto “Estatuto do Pedestre”, o qual define os direitos e deveres de quem caminha pelas nossas ruas. Medidas que,  implementadas, podem minimizar o conflito entre pedestres e motoristas diminuindo o sofrimento de todos e o desperdício de recursos públicos e privados usados para sanar as conseqüências dos freqüentes acidentes.  Infelizmente até o momento não houve nenhuma iniciativa de nossa Prefeitura em viabilizar o Projeto.
                   Dentre as cidades mostradas na reportagem as únicas exceções foram Brasília e Florianópolis. No Distrito Federal a redução do número de mortes no transito, como resultado de uma campanha realizada em 1997, chegou a 30%.
                   Aqui em nossa cidade quantas mortes ainda serão necessárias para que as autoridades fiquem sensibilizadas e comecem a fazer alguma coisa?