quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

O TRÂNSITO NO CENTRO DE RIBEIRÃO PRETO

                     Por diversas vezes tem chegado ao meu conhecimento reclamações de motoristas que transitam pelo Centro de Ribeirão Preto. E uma das principais críticas está relacionada ao estacionamento na "Área Azul".
                     Muito tem se falado na revitalização do Centro, inclusive com o Projeto de Revitalização já apresentado à população, que acontecerá gradualmente pelos próximos anos. Mas penso que de imediato poderia organizar e fiscalizar o setor de estacionamento nas ruas do Centro, que é vital para atrair os munícipes para a região.
                    Ontem recebi o jornal "Ribeirão Notícias", e li uma matéria de autoria do Valtinho Lopes, na qual ele descreve muito bem um dos maiores problemas no trânsito. E tomo a liberdade em transcreve-lo na íntegra.


"FALTA DE FISCALIZAÇÃO 

                   Ribeirão Preto tem um dos trânsitos mais complicado da região, isto se dá pelo volume excessivo de veículos na cidade, somados aos que chegam de outras localidades, tornando, principalmente, o Centro da cidade como objetivo daqueles que aqui chegam. A falta de estacionamento no Centro para abrigar o maior volume possível de veículos é um dos graves problemas enfrentados pela população e a administração pública, sem contar os preços abusivos praticados pelos proprietários dos estabelecimentos existentes.
                  Outro problema encontrado é a grande demanda de motos que circulam por toda parte na cidade, tendo elas poucos lugares sinalizados que permita estacionar, o que ajuda a tornar-se um verdadeiro
caos as ruas centrais de Ribeirão Preto. O motoqueiro, no intuito de prestar serviços diversos, não obedece as normas e a legislação de trânsito, no que refere-se ao estacionamento, deixando sua moto entre os veículos, mesmo tendo o seu espaço reservado nas ruas como sinalizam as placas colocadas pela Transerp.
                Nas ruas onde os estacionamentos de carros e motos são permitidos, mediante a colocação de cartões, são onde se encontram as maiores irregularidades cometidas pelos motoqueiros, os quais não encontrando espaços apropriados para motos, simplesmente estacionam entre os carros. Isso não significa que possam estacionar sem a colocação dos devidos cartões obrigatórios e exigidos pela Transerp.
              Tanto a Polícia Militar quanto os chamados marronzinhos, estão orientados a multar os infratores que agem nesta situação de estacionamento. Por outro lado, alegam os motoqueiros que faltam lugares credenciados para a venda dos referidos cartões, sendo pouco os estabelecimentos comerciais espalhados pela cidade. Já os Agentes de Trânsito também alegam que eles não tem como fixar os talonários ou cartões de multanas motos, tornando assim difícil a aplicação das multas de trânsito. Essa alegação dos Agentes não tira o direito deles de fazer cumprir o que determina a Lei, ou seja, orientar os infratores e também multa-los quando for necessário.
             Cabe ainda à Prefeitura e a Transerp criarem mais espaços para estacionamento das motos, fazendo assim um trânsito mais educado e os motoqueiros cumpridores dos seus deveres."  

Fonte: Ribeirão Notícias - edição Fevereiro/2011
                

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

COMISSÕES PERMANENTES


                    Na primeira sessão da Legislatura são formadas as Comissões Permanentes, por meio de eleição, cuja finalidade é examinar todos os projetos apresentados à Câmara e pela mesma discutidos.
             Fui eleito Presidente da Comissão Permanente de Seguridade Social, Saúde, Previdência e Assistência Social, e da Comissão Permanente de Comunicação Social. Também fui eleito membro da Comissão do Conselho de Ética e Decoro Parlamentar.       
                 
                 As 13 Comissões Permanentes do ano de 2012 são:
  •  Legislação, Justiça e Redação
  • Finanças, Orçamento, Fiscalização e Controle
  • Comunicação Social
  • Conselho de Ética e Decoro Parlamentar
  • Administração, Planejamento, Obras e Serviços Públicos
  •  Educação, Cultura, Ciência e Tecnologia
  • Seguridade Social, Saúde, Previdência e Assistência Social
  •  Títulos e Honrarias
  •  Direitos Humanos e Cidadania
  • Direitos da Mulher, da Criança, do Adolescente e do Idoso  
  • Direitos das Pessoas Portadoras de Necessidades Especiais
  • Direitos da Igualdade Racial 
  • Meio Ambiente, Agricultura, Indústria, Comércio e Serviços      

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

SUS PASSA OFERECER TRATAMENTO PARA HEMOFILIA GRAVE, TIPO A



                     

                           No dia 04 de janeiro é comemorado o Dia do Hemofílico,  e dia 05 de janeiro foi publicado no site do Ministério da Saúde a notícia que o SUS passa oferecer tratamento para hemofilia grave. 


                         A partir de agora, os brasileiros que sofrem de hemofilia grave atendidos pelo SUS vão poder contar com um tratamento capaz de conter o fator que impede a coagulação do sangue. A chamada Terapia de Indução de Imunotolerância utiliza medicamentos que eliminam os inibidores do Fator VIII, justamente o responsável por desfazer a coagulação. Esse problema ocorre no organismo de pacientes que adquiriram resistência aos medicamentos utilizados para inibir o sangramento nas articulações.


                        O coordenador-geral de Sangue e Hemoderivados do Ministério da Saúde, Guilherme Genovez, explica os benefícios da novidade:

"O indivíduo, como ele não tem essa proteína que é o fator coagulação, que faz o sangue coagular, ele desenvolve quando a gente começa a dar nas primeiras cem doses, ele desenvolve um anticorpo, uma defesa contra isso. E esse anticorpo ele inibe o fator. Então, a agente começa a expor ele progressivamente a doses do fator e, durante um período de seis meses a dois anos, ele para de produzir o anticorpo e volta a ser um hemofílico normal. É o que a gente chama de imunotolerância. Você vai fazendo o medicamento para ele tolerar do ponto de vista imunidade o medicamento. Ele não precisa mais ficar indo ao hospital, ele pode ter o medicamento em casa, ele pode se alto aplicar".

                        O tratamento é direcionado para pacientes com hemofilia grave tipo A. A doença, de origem genética, é hemorrágica e leva à perda da mobilidade dos membros do paciente. A Terapia de Indução de Imunotolerância é indicada para pacientes com até dez anos de idade e que tenham começado o processo de medicação com o Fator VIII por mais de seis meses.