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quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Mobilidade Urbana

           

                  A Comissão Especial de Estudos, através de seu Presidente Vereador Dr. Jorge Parada, realizou ontem, dia 23/10, na Câmara Municipal de Ribeirão Preto, Audiência Pública para ouvir propostas a respeito do Plano de Mobilidade Urbana.
                 Compondo a mesa estavam o Presidente da Comissão, Vereador Dr. Jorge Parada, o Vereador Bertinho Scandiuzzi, membro da Comissão e o Sr.  José Mauro de Araújo,  Diretor de Transportes da TRANSERP.
                  O Sr. José Mauro de Araújo, explicou alguns pontos a respeito das obras do PAC, e do Plano de Mobilidade Urbana, que está elaborado, aguardando audiências públicas para que toda sociedade possa participar. E que a verba para as obras do PAC já estão liberadas, o próximo passo é somente viabilizar os projetos para aprovação.
               
          O Vereador Dr. Jorge Parada, Presidente da Comissão, deu a palavra para os presentes se manifestarem, e assim foi sendo desenvolvidos temas e sugestões de todos presentes.

          O transporte urbano foi um dos primeiros itens a ser colocado em pauta, e foi informado a todos que existe o Projeto de linhas Norte-Sul e Leste-Oeste, o que basicamente cortaria toda cidade beneficiando muitos bairros sem necessidade de utilizar mais de um ônibus. Porém o Sr. José Mauro não soube informar com precisão o trajeto dessas linhas, pois encontra-se em fase de estudos.
                 A revitalização do Centro, amplamente discutida,  engloba um problema recente que são as rachaduras na Catedral Metropolitana, deixando um grande impasse, pois trata-se de um corredor de ônibus de suma importância, e uma das sugestões seria a implantação de micro-ônibus ou vans gratuitas que coletaria passageiros de ônibus em avenidas que delimitam o quadrilátero central.



                O Sr. Marcos Zeri, Presidente da Amec ( Associação de Moradores e Comerciantes do Centro), defendeu com entusiasmo a ocupação do  Centro, deixando clara a posição dos comerciantes da região central, em não extinguir os estacionamentos, e sim melhorar a Zona de área azul, com maior fiscalização. A preocupação com prédios históricos tombados, a falta de diálogo entre o poder executivo, proprietários dos imóveis e Condephaat é um empecilho para a ocupação e restauração destes imóveis que são a história de Ribeirão. Ficou claro que para a revitalização do Centro, não é necessário somente a reforma do calçadão, mas a solução para estacionamento de veículos com a criação de bolsões.
                  A Comissão decidiu solicitar cópia do Plano Mobilidade Urbana à Transerp.
             

Tratando-se de assunto tão complexo, por sugestão do Sr. Mauro Freire, o Vereador Dr. Jorge Parada encaminhou a criação de um Núcleo Gestor, com a aprovação do plenário foi criado o Núcleo ficando assim composto:

  • Mauro Freitas - Coordenador
  • Cantídio Magnani
  • Paulo Bueno - ACIRP
  • Fernando Freire
  • Marco Ferreira - Amecc
  • Ademar Gomes Padrão
  • Eduardo Reis
  • Magda Maria da Costa Aroxa.

             

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

O TRÂNSITO NO CENTRO DE RIBEIRÃO PRETO

                     Por diversas vezes tem chegado ao meu conhecimento reclamações de motoristas que transitam pelo Centro de Ribeirão Preto. E uma das principais críticas está relacionada ao estacionamento na "Área Azul".
                     Muito tem se falado na revitalização do Centro, inclusive com o Projeto de Revitalização já apresentado à população, que acontecerá gradualmente pelos próximos anos. Mas penso que de imediato poderia organizar e fiscalizar o setor de estacionamento nas ruas do Centro, que é vital para atrair os munícipes para a região.
                    Ontem recebi o jornal "Ribeirão Notícias", e li uma matéria de autoria do Valtinho Lopes, na qual ele descreve muito bem um dos maiores problemas no trânsito. E tomo a liberdade em transcreve-lo na íntegra.


"FALTA DE FISCALIZAÇÃO 

                   Ribeirão Preto tem um dos trânsitos mais complicado da região, isto se dá pelo volume excessivo de veículos na cidade, somados aos que chegam de outras localidades, tornando, principalmente, o Centro da cidade como objetivo daqueles que aqui chegam. A falta de estacionamento no Centro para abrigar o maior volume possível de veículos é um dos graves problemas enfrentados pela população e a administração pública, sem contar os preços abusivos praticados pelos proprietários dos estabelecimentos existentes.
                  Outro problema encontrado é a grande demanda de motos que circulam por toda parte na cidade, tendo elas poucos lugares sinalizados que permita estacionar, o que ajuda a tornar-se um verdadeiro
caos as ruas centrais de Ribeirão Preto. O motoqueiro, no intuito de prestar serviços diversos, não obedece as normas e a legislação de trânsito, no que refere-se ao estacionamento, deixando sua moto entre os veículos, mesmo tendo o seu espaço reservado nas ruas como sinalizam as placas colocadas pela Transerp.
                Nas ruas onde os estacionamentos de carros e motos são permitidos, mediante a colocação de cartões, são onde se encontram as maiores irregularidades cometidas pelos motoqueiros, os quais não encontrando espaços apropriados para motos, simplesmente estacionam entre os carros. Isso não significa que possam estacionar sem a colocação dos devidos cartões obrigatórios e exigidos pela Transerp.
              Tanto a Polícia Militar quanto os chamados marronzinhos, estão orientados a multar os infratores que agem nesta situação de estacionamento. Por outro lado, alegam os motoqueiros que faltam lugares credenciados para a venda dos referidos cartões, sendo pouco os estabelecimentos comerciais espalhados pela cidade. Já os Agentes de Trânsito também alegam que eles não tem como fixar os talonários ou cartões de multanas motos, tornando assim difícil a aplicação das multas de trânsito. Essa alegação dos Agentes não tira o direito deles de fazer cumprir o que determina a Lei, ou seja, orientar os infratores e também multa-los quando for necessário.
             Cabe ainda à Prefeitura e a Transerp criarem mais espaços para estacionamento das motos, fazendo assim um trânsito mais educado e os motoqueiros cumpridores dos seus deveres."  

Fonte: Ribeirão Notícias - edição Fevereiro/2011