quarta-feira, 18 de maio de 2011

O CAOS NO TRÂNSITO DE RIBEIRÃO PRETO

Imagem:Jornal A Cidade

          A ausência de um Plano Diretor de Mobilidade Urbana, há muito tempo, tem gerado dificuldades a qualquer pessoa que transite por nossa cidade. Estes embaraços vão desde falta de sinalização, falta de manutenção das vias públicas, insuficiência de espaços para estacionamentos, presença de veículos (tratores e similares) circulando livremente pelas ruas da cidade e até mesmo carrinhos de “catadores” de recicláveis disputando espaço com veículos em meio ao congestionamento das horas de pico.

         Com as obras contra enchentes em andamento em pontos críticos da cidade e a realização de eventos (Agrishow e Feira do Livro para citar alguns), o transito da cidade piorou muito e, nem nos momentos críticos, temos notado a presença dos Agentes de Transito, para orientar e facilitar o fluxo de veículos.



           Sabemos que a principal função de um Agente de Trânsito é o de orientar motoristas e pedestres, mas com a falta destes agentes em locais de trânsito intenso ou problemáticos, o que vemos é o caos urbano, aonde não se respeita o código de trânsito, sinalizações se tornam adornos de rua e não conseguimos circular com segurança em nossa cidade.

             Espero que as Autoridades competentes se conscientizem da  necessidade de urgentes providências, para que se evite transtornos desnecessários.

terça-feira, 17 de maio de 2011

                                            

                                          Representantes das áreas de Saúde, Fiscalização Geral e Educação estiveram reunidos  dia 5, com vereadores que integram a Comissão Especial de Estudos (CEE) da Dengue para discutir possíveis novos mecanismos de atuação para conter a doença no município, que atinge milhares de pessoas.
                                          Segundo o presidente da CEE, vereador Jorge Parada, é preciso uma interlocução maior entre as áreas presentes, além da Infraestrutura, para definir ações que diminuam o problema. Também estavam presentes na reunião os vereadores André Luiz da Silva, Bertinho Scandiuzzi e Maurílio Romano, que disseram ver uma realidade muito preocupante pelos bairros onde circulam diariamente.
Segundo Lúcia Taveira, coordenadora do Programa de Controle de Vetores, por incrível que pareça o foco predominante na maioria dos bairros ainda é o criadouro dentro das residências, apesar da ampla divulgação dos cuidados necessários. Casas fechadas também preocupam, mas em breve todas as imobiliárias serão obrigadas a cuidar delas sob pena de multa.
                                        Nas ruas, a Fiscalização Geral já adotou esta prática multando donos de terrenos. No ano passado, 12 mil pessoas foram notificadas, sem multa. Mas, neste ano, 4 mil já foram multados. A CEE já promoveu quatro reuniões, sendo esta última com a presença do secretário da Saúde, Stênio Miranda. Os vereadores constataram que outra medida necessária é aumentar o número de agentes de vetores. Hoje, são 150 agentes temporários trabalhando num município com mais de 240 mil domicílios. Miranda afirmou que tentará mantê-los empregados em período de baixa incidência de infestação, já pensando em ações no final de 2011 e início de 2012.


FONTE: Câmara Ribeirão Preto

segunda-feira, 16 de maio de 2011

ESTATUTO DO PEDESTRE

ESTATUTO DO PEDESTRE




                        Nesta semana a maior cidade do país lança o programa “Respeito ao Pedestre”.  Em função disto a Rede Globo exibiu, no último domingo, uma reportagem mostrando as desventuras pelas quais passam os pedestres no trânsito brasileiro.
                   Com uma frota de veículos cada vez maior, estamos vivendo uma verdadeira “guerra” no trânsito. De um lado motoristas que vêem o pedestre como  inimigo e, por outro pedestres que ignoram a sinalização de transito contribuindo fortemente com a situação caótica vivida nas  ruas de nossas cidades.
                   Ribeirão Preto, com 0,65 veículos por habitante, exibe diariamente os desdobramentos destas tensões no trânsito e, se nada for feito, a tendência é piorar.
                   Enviei à Prefeitura de Ribeirão Preto uma indicação do Projeto “Estatuto do Pedestre”, o qual define os direitos e deveres de quem caminha pelas nossas ruas. Medidas que,  implementadas, podem minimizar o conflito entre pedestres e motoristas diminuindo o sofrimento de todos e o desperdício de recursos públicos e privados usados para sanar as conseqüências dos freqüentes acidentes.  Infelizmente até o momento não houve nenhuma iniciativa de nossa Prefeitura em viabilizar o Projeto.
                   Dentre as cidades mostradas na reportagem as únicas exceções foram Brasília e Florianópolis. No Distrito Federal a redução do número de mortes no transito, como resultado de uma campanha realizada em 1997, chegou a 30%.
                   Aqui em nossa cidade quantas mortes ainda serão necessárias para que as autoridades fiquem sensibilizadas e comecem a fazer alguma coisa?