quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Vereador Dr. Jorge Parada entrega Título de cidadão Ribeirão-pretano ao Fadista José Luiz Seleguim

A Sessão Solene dessa terça-feira,24 de novembro, foi marcada pela emoção com a entrega do título de Ribeirão Preto ao fadista José Luiz Seleguim. O vereador Dr. Jorge Parada é autor da propositura que concedeu o título de cidadão Ribeirão-pretano e destacou sobre a importância que Seleguim agregou a Ribeirão Preto.

“ São muitas as razões que qualificam José Luiz Seleguim como um filho ilustre de nossa cidade. Sensível aos dramas sociais que, infelizmente, fazem parte do nosso cotidiano contribuiu com as entidades filantrópicas como o Lar do Vovô Albano, Creche Maria de Nazaré, Campanha do Agasalho do Unibanco, Creche Nave da Saudade, Instituto dos Cegos “Gerson Felix Fraga”- fazendo doações dos numerários que recebia de seu trabalho como músico profissional e, pontualmente, organizando shows beneficentes que ajudaram em muito a superação de dificuldades agudas de entidades filantrópicas”, conta o vereador.

Na cerimonia o homenageado cantou a capela e recitou um poema Português, tradicional de sua família, que emocionou seus amigos e familiares.





*Conheça a história do homenageado


José Luiz Seleguim nasceu em 21 de outubro de 1954 na cidade de Viradouro no Estado de São Paulo.Veio para Ribeirão Preto em 1972, onde começou a trabalhar como Escriturário no Banco Comind chegando ao cargo de Gerente Comercial de Seguros.Trabalhou no Banco Bradesco, no Unibanco, no Clube Médico de Seguros e no HSBC acumulando uma experiência de mais de 40 anos de serviços na gestão comercial da área de seguros.

Em 1997 formou-se em Administração de Empresas pelo Centro Universitário Moura Lacerda e Pós-Graduou-se em Gestão Comercial na UNAERP e, atualmente, é Sócio Diretor da SMART SUPRIMENTOS.

Apaixonado por música, obteve em 1999, o reconhecimento de seu talento pela Ordem dos Músicos Brasileiros, no gênero FADO, obtendo a Carteira Profissional de Músico sendo único Fadista brasileiro.

Através de suas inúmeras apresentações pelo Brasil chamou a atenção do maestro Manoel Marques, de São Paulo, responsável pelo lançamento do Cantor Roberto Leal no Brasil, que o apoiou no lançamento do CD profissional intitulado “TUDO ISSO É FADO”, lançado em homenagem nas festividades que comemoraram os 500 Anos de Descobrimento do Brasil.

Foi homenageado pelo Consulado de Portugal com a Medalha da Ordem da Cruz Cristo em reconhecimento pelo excelente trabalho de divulgação do Fado.






terça-feira, 24 de novembro de 2015

Assista na íntegra a primeira oitiva da CEE (Comissão Especial de Estudos) que analisa as condições de acessibilidade nos prédios públicos de Ribeirão Preto.A reunião foi realizada no Salão nobre da Câmara Municipal e contou com a participação do secretário de Obras Públicas Abranche Fuad , José Antônio Lanchoti, diretor da divisão de organização territorial e do mobiliário Urbano, Presidente da CPMPID Rui Rego Barros além dos vereadores Ricardo Silva, André Luiz e Rodrigo Simões




.https://www.youtube.com/watch?v=1afL7CiE-7w&feature=youtu.be


terça-feira, 17 de novembro de 2015

Racismo é crime. Saiba o que é e como denunciar

Consciência Negra


Lei de 1989 estabelece penas para delitos resultantes de preconceito de raça ou de cor; racismo na web tem canais diretos de denúncia.

Pela lei, está sujeito a pena de dois a cinco anos de prisão quem, por discriminação de raça, cor ou religião, impedir pessoas habilitadas de assumir cargos no serviço público ou se recusar a contratar trabalhadores em empresas privadas.

Também comete o crime de racismo quem, pelos mesmos motivos, recusa o atendimento a pessoas em estabelecimentos comerciais (um a três anos de prisão), veda a matrícula de crianças em escolas (três a cinco anos), e impede que cidadãos negros entrem em restaurantes, bares ou edifícios públicos ou utilizem transporte público (um a três anos).

Além dos crimes de racismo, também há a conduta chamada de injúria racial (artigo 140 do Código Penal), que se configura pelo ato de ofender a honra de alguém valendo-se de elementos referentes à raça, cor, etnia, religião ou origem. A injúria racial se dirige contra uma pessoa específica, enquanto o crime de racismo é dirigido a uma coletividade.

Como denunciar


Existem muitas formas denunciar. É possível prestar queixa nas delegacias comuns e especializadas em crimes raciais, presentes em algumas capitais --em São Paulo, por exemplo, há a Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância. Algumas unidades da federação também contam com disque-denúncias específicos para o crime de racismo, como o disque 124, no Distrito Federal.

No caso de atos de racismo ocorridos em sites de internet ou redes sociais, é possível comunicar as autoridades diretamente pela rede. Veja como:

Fonte: Portal Brasil, Agência Brasil, MPF e CNJ.