quinta-feira, 22 de março de 2012
Homenagem a Uma Grande Mulher
Em comemoração ao dia Internacional das Mulheres, a Câmara Municipal realizou Sessão Solene no dia 13 de março. Participei homenageando ISABEL DE FARIAS, em meu breve discurso, busquei retratar parte do brilhantismo desta grande mulher que faz a diferença em nossa cidade.
" Isabel de Fátima Santos Farias em que pese ser formada em Psicologia pela UNIP, foi no ramo da comunicação, a exemplo de tantas outras grandes brasileiras, que ela identificou a melhor maneira de empenhar seu talento para assim contribuir para a construção de um país mais justo.
Como resultado de seu esforço e dedicação, alçou o posto de Diretora da Revista Revide, sem dúvida um dos mais importante semanário de Ribeirão Preto e região, hoje com uma tiragem de 46 mil exemplares. Entre outros trabalhos voluntários que realiza, assumiu em 2007 a Presidência da Fundação Feira do Livro, por reconhecer no livro o grande disseminador de cultura e conhecimento e, por consequência, de cidadania e liberdade. A Feira do Livro, um dos mais importantes eventos culturais do país e da América Latina, espelha em seu sucesso trabalho persistente e incansável de Isabel de Farias. São essas algumas das razões pelas quais me sinto orgulhoso em poder louvar o trabalho da mulher Ribeiraopretana através desta homenagem a Isabel de Farias."
Aqui, eu posso confessar que na realidade eu também fui homenageado, homenagear pessoa como a Isabel é um presente.
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
Câncer de mama: o risco entre mulheres mais jovens
Nesse grupo, que inclui mulheres de 40 a 54 anos, a mamografia deve ser realizada com mais frequência, entre 12 a 18 meses.
Por Christiane Marcondes com informações do UOL e site Dráuzio Varella
Quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
Quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
O médico László Tabár, professor da Faculdade de Medicina da Universidade de Uppsala, na Suécia, alerta que o câncer de mama cresce mais rapidamente em mulheres que ainda não entraram na menopausa. Nesse grupo, que inclui mulheres de 40 a 54 anos, a mamografia deve ser realizada com mais frequência, entre 12 a 18 meses.
Tabar estará no Brasil entre os dias 1 e 4 de março para Seminário de Detenção e Diagnóstico Precoce de Doenças Mamárias, que acontece no Hotel Hilton, em São Paulo. Ele é autor do primeiro trabalho de rastreamento mamário, que durou três décadas, e mostrou a redução de 31% na mortalidade do câncer de mama entre as mulheres que realizaram mamografia contra as que nunca tinham feito o exame.
De acordo com o especialista, o chamado tempo de permanência principal (Mean Sojourn Time, MST) - que corresponde ao intervalo entre a detecção do câncer na mamografia e o aparecimento de sintomas - é menor nas mulheres mais jovens, expressando um crescimento mais rápido do tumor.
"Para detectar o câncer de mama mais cedo, as mulheres entre 40 e 54 anos devem estar atentas sobre a importância de realizar a mamografia no prazo de 12 a 18 meses. Para as mulheres de 54 a 74 anos, este prazo é maior, de 18 a 24 meses", afirma Tabar em texto de divulgação do seminário.
O câncer atinge 10% das mulheres
Segundo o médico e escritor Dráuzio Varella, “uma em cada dez mulheres vai apresentar câncer de mama”. Varella explica que a incidência desse tipo de neoplasia aumentou significativamente nos últimos vinte anos. Parte do aumento resulta da aplicação cada vez mais rotineira de técnicas diagnósticas como a ultrassonografia e as mamografias, que todas as mulheres devem repetir anualmente a partir dos quarenta anos (ou começar antes em casos especiais). Outra parte é consequência da mudança de padrão reprodutivo feminino ocorrido nos últimos cinquenta anos.
Dráuzio enumera os fatores inevitáveis e os modificáveis que interferem diretamente no risco da doença.
Fatores inevitáveis
1) Idade: 75% a 80% dos casos ocorrem em mulheres com mais de 50 anos;
2) História familiar: 90% dos casos são esporádicos, mas os 10% restantes estão ligados à predisposições genéticas. História de câncer de mama em familiares do lado materno ou paterno dobram o triplicam o risco. Quanto maior a proximidade do parentesco, mais alto o risco. Deve-se suspeitar fortemente de predisposição genética quando há vários casos de câncer de mama ou de ovário diagnosticados em familiares com menos de 50 anos (especialmente em parentes de primeiro grau), casos com câncer nas duas mamas (apresentação bilateral), ou casos de câncer de mama em homens da família;
3) Menarca: menstruar pela primeira vez antes dos 11 anos triplica o risco;
4) Menopausa: parar de menstruar depois dos 54 anos duplica o risco;
5) Primeiro filho: primeira gravidez depois dos 40 anos triplica o risco;
6) Biópsia prévia em nódulo mamário benigno com resultado de hiperplasia atípica aumenta de 4 a 5 vezes o risco;
7) Já ter tido câncer de mama: aumenta quatro vezes a chance de ter câncer na mama oposta.
Fatores modificáveis
1) Peso corpóreo: quando o índice de massa corpórea (peso dividido pela altura ao quadrado) ultrapassa o índice de 35 numa mulher menopausada, seu risco duplica. Se ela for pré-menopausada, no entanto, curiosamente o risco cai 30%;
2) Dieta: Consumo exagerado de alimentos gordurosos aumenta o risco 1,5 vezes.
3) Consumo de álcool: quando excessivo, aumenta 1,3 vezes;
4) Ter recebido radioterapia no tecido mamário para tratamento de outro tipo de câncer: se ocorreu numa menina com menos de dez anos, o risco aumenta 10 vezes;
5) Uso corrente de contraceptivos orais: aumenta 1,24 vezes;
6) Reposição hormonal por mais de dez anos: aumenta 1,35 vezes.
Mulheres que apresentam fatores de risco para desenvolver a doença devem ser orientadas a procurar o especialista para avaliações radiológicas mais frequentes.
Tabar estará no Brasil entre os dias 1 e 4 de março para Seminário de Detenção e Diagnóstico Precoce de Doenças Mamárias, que acontece no Hotel Hilton, em São Paulo. Ele é autor do primeiro trabalho de rastreamento mamário, que durou três décadas, e mostrou a redução de 31% na mortalidade do câncer de mama entre as mulheres que realizaram mamografia contra as que nunca tinham feito o exame.
De acordo com o especialista, o chamado tempo de permanência principal (Mean Sojourn Time, MST) - que corresponde ao intervalo entre a detecção do câncer na mamografia e o aparecimento de sintomas - é menor nas mulheres mais jovens, expressando um crescimento mais rápido do tumor.
"Para detectar o câncer de mama mais cedo, as mulheres entre 40 e 54 anos devem estar atentas sobre a importância de realizar a mamografia no prazo de 12 a 18 meses. Para as mulheres de 54 a 74 anos, este prazo é maior, de 18 a 24 meses", afirma Tabar em texto de divulgação do seminário.
O câncer atinge 10% das mulheres
Segundo o médico e escritor Dráuzio Varella, “uma em cada dez mulheres vai apresentar câncer de mama”. Varella explica que a incidência desse tipo de neoplasia aumentou significativamente nos últimos vinte anos. Parte do aumento resulta da aplicação cada vez mais rotineira de técnicas diagnósticas como a ultrassonografia e as mamografias, que todas as mulheres devem repetir anualmente a partir dos quarenta anos (ou começar antes em casos especiais). Outra parte é consequência da mudança de padrão reprodutivo feminino ocorrido nos últimos cinquenta anos.
Dráuzio enumera os fatores inevitáveis e os modificáveis que interferem diretamente no risco da doença.
Fatores inevitáveis
1) Idade: 75% a 80% dos casos ocorrem em mulheres com mais de 50 anos;
2) História familiar: 90% dos casos são esporádicos, mas os 10% restantes estão ligados à predisposições genéticas. História de câncer de mama em familiares do lado materno ou paterno dobram o triplicam o risco. Quanto maior a proximidade do parentesco, mais alto o risco. Deve-se suspeitar fortemente de predisposição genética quando há vários casos de câncer de mama ou de ovário diagnosticados em familiares com menos de 50 anos (especialmente em parentes de primeiro grau), casos com câncer nas duas mamas (apresentação bilateral), ou casos de câncer de mama em homens da família;
3) Menarca: menstruar pela primeira vez antes dos 11 anos triplica o risco;
4) Menopausa: parar de menstruar depois dos 54 anos duplica o risco;
5) Primeiro filho: primeira gravidez depois dos 40 anos triplica o risco;
6) Biópsia prévia em nódulo mamário benigno com resultado de hiperplasia atípica aumenta de 4 a 5 vezes o risco;
7) Já ter tido câncer de mama: aumenta quatro vezes a chance de ter câncer na mama oposta.
Fatores modificáveis
1) Peso corpóreo: quando o índice de massa corpórea (peso dividido pela altura ao quadrado) ultrapassa o índice de 35 numa mulher menopausada, seu risco duplica. Se ela for pré-menopausada, no entanto, curiosamente o risco cai 30%;
2) Dieta: Consumo exagerado de alimentos gordurosos aumenta o risco 1,5 vezes.
3) Consumo de álcool: quando excessivo, aumenta 1,3 vezes;
4) Ter recebido radioterapia no tecido mamário para tratamento de outro tipo de câncer: se ocorreu numa menina com menos de dez anos, o risco aumenta 10 vezes;
5) Uso corrente de contraceptivos orais: aumenta 1,24 vezes;
6) Reposição hormonal por mais de dez anos: aumenta 1,35 vezes.
Mulheres que apresentam fatores de risco para desenvolver a doença devem ser orientadas a procurar o especialista para avaliações radiológicas mais frequentes.
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
CEE SANTA LYDIA
Foi aprovado na Sessão de ontem(16/02/2012), a instalação da Comissão Especial de Estudos para investigar o hospital Santa Lydia.
Como autor do Projeto, espero que esta CEE esclareça e resolva diversas denúncias que tem chegado ao meu conhecimento. Dentre elas, a falta de pagamentos a médicos há mais de 6 meses, mesmo recebendo o repasse de verba Federal, isso com certeza é muito grave.
Iremos investigar também, as demissões realizadas neste período, visto que, informações que tenho conhecimento, são demissões sem motivo aparente, inclusive de funcionários com mais de 10 anos de trabalho neste hospital.
Também será analisado se houve interesse por parte da Fundação para tentar viabilizar os leitos prometidos pelo Ministro da Saúde Alexandre Padilha.
Para a próxima semana, estarei marcando a data da instalação da CEE.
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