quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Saúde em Primeiro Lugar: Lei obriga bares e restaurantes a disponibilizar copos descartáveis

copo sujo 
A boa higiene é primordial na vida das pessoas, pois está associada à saúde e qualidade de vida. No dia a dia a população se depara com várias situações em que pode estar exposta à contaminação, e nesses casos, a atenção tem que ser minuciosa.
Uma das situações a se atentar são os lugares onde as pessoas fazem suas refeições, como bares e restaurantes. Estes locais estão propícios à formação de bactérias, sendo assim, tende-se observar, desde a instalação se está devidamente cuidada até os utensílios utilizados.
 A esterilização de todos os utensílios utilizados, como pratos e copos, é extremamente necessária, podendo assim evitar doenças. Os cuidados com a higiene dentro desses ambientes são fundamentais para controlar a contaminação.
A saúde é uma das maiores preocupações do vereador Dr. Jorge Parada , e através da lei nº8. 424 vigorada em abril de 1999 obrigou a todos os bares e restaurantes que não tiverem equipamentos de esterilização de copos, disponibilizarem copos descartáveis, sendo obrigatória anexar uma placa com os seguintes dizeres: "TEMOS COPOS DESCARTÁVEIS".

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Restauração e Manutenção da locomotiva Maria Fumaça

Em maio de 2010 elaborei o requerimento Nº 15497, onde foi solicitada a reforma e manutenção da locomotiva “Maria Fumaça” que fica em exposição Permanente na Praça Francisco Schimdt, ao lado do Pronto Socorro Central. 
O pedido que foi feito há dois anos, finalmente está sendo executado pela prefeitura de Ribeirão Preto.
Não se restaura somente o patrimônio histórico da locomotiva “Maria Fumaça”, mas também a cultura de nossa região, pois sua importância e representatividade foram de extremo valor para a cidade.

A Maria Fumaça “Phantom”, da Usina Santa Amália, foi doada em 1912 pelas Indústrias Matarazzo e completará 100 anos de existência nesse ano. 

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Vereador Dr. Jorge Parada homenageia Madre Maurina, vítima inocente da ditadura

Vereador Dr.Jorge Parada reconhece atitudes da irmã que é um dos símbolos de resistência à ditadura militar

Madre Maurina

A ditadura com certeza não foi um período fácil, e na cidade de Ribeirão Preto as coisas não foram diferentes. Muitas pessoas sofreram várias repreensões sendo proibidas de se expressarem, e quando o faziam, as mesmas eram torturadas das formas mais terríveis.
Os ideais eram acatados com todo afinco por aquelas pessoas que não concordavam com a ditadura, revoltados, os jovens promoviam reuniões com estratégias para derrubar os militares.
As mulheres não se consideravam sexo frágil e muitas se mostraram corajosas, Áurea Moretti foi uma dessas mulheres que lutaram por justiça a estudante de enfermagem, foi militante e fez parte das Forças Armadas de Libertação Nacional (FALN).
 “Passamos por péssimas situações para conseguir a conquista da liberdade, fomos muito torturados aplicavam em nós choques elétricos, nos espancavam e fomos violentadas sexualmente’’, conta a ex-militante”.
Áurea Moretti ao lado da presidente Dilma Roussef
Muitos inocentes foram torturados e exiliados. Um dos exemplos que marcaram a cidade de Ribeirão foi o caso da Madre Maurina Borges da Silveira, onde foi presa em outubro de 1969. As suspeitas basearam-se por ser diretora do orfanato Lar Santana sendo acusada em ter deixado acontecer dentro da mediação religiosa, reuniões de estudantes guerrilheiros.
“A prisão da madre Maurina Borges da Silveira em Ribeirão Preto durante o regime militar, e o sofrimento a ela causado antes do exílio merecem ser investigadas pela Comissão da Verdade, criada para examinar violações aos direitos humanos. Faço parte do coletivo político e responsável por tornar logradouro o nome da irmã Maurina Borges da Silveira ela sofreu muito com as torturas e merece esse reconhecimento.” Complementa Aurea Moretti.
Em março de 2011, o vereador Dr. Jorge Parada fez um projeto de lei onde solicita a determinação do nome da “Madre Maurina Borges da Silveira” como logradouro público (Nome de rua).
“Elaborei esse projeto, pois é uma forma de reconhecimento devido às ações que a irmã Maurina teve naquela época. Ela tinha atitudes humanitárias com aqueles que eram perseguidos e, devido a isso foi torturada. Recentemente ela faleceu, estava morando em Araraquara e diante dessa notícia nos resolvemos prestar essa homenagem a Madre Maurina, porque sem dúvida nenhuma é um dos símbolos de resistência à ditadura militar.” Diz vereado Dr. Jorge Parada.